quinta-feira, 16 de abril de 2009
Amizade em Meirinhas
Mini DTT 2008
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Nova consulta terapêutica e educacional da Diabetes
Posição relativa de Portugal no tratamento da Diabetes
Sitagliptina -utilização em humanos para tratatamento da Diabetes tipo 1.
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Descoberta de nova hormona: lipoquina.
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Conversão de céluas vivas em células produtoras de insulina
Retinopatia: pressões distólica e sistólica
Chá de camomila e diabetes
Tratamento intensido da diabetes: vantagens
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Mensagem de Natal
Este é um motivo de alegria para todos e mostra como a união dos nossos esforços pode contribuir para uma melhoria da situação de todos.
Domingos Xavier Viegas
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Vitamina D e Diabetes - Jorge Loureiro
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
A diabetes em 2007 - Jorge Loureiro
Todo o bom e tradicional livro sobre a diabetes começa com a história da doença.
Aprende-se que se trata de uma patologia antiga, que Banting & Best foram os descobridores da insulina e muitas outras coisas.
Porém, é sabido que os conhecimentos sobre a diabetes experimentaram uma dramática evolução nos últimos anos, não só quanto aos mecanismos patológicos das doenças, mas também em relação às novas opções terapêuticas, todas elas desenvolvidas com base no próprio mecanismo fisiopatológico da diabetes.
Esta fantástica evolução nos conhecimentos foi fonte indiscutível de boas e más notícias.
Começando pelas últimas, sabe-se que embora com carácter controlável, a diabetes vem despontando como uma epidemia de graves proporções; a sua prevalência vem aumentando assustadoramente, como resultado, além do mais, do envelhecimento da população e das alterações negativas no estilo de vida.
Além disso, a doença tem-se manifestado em idades cada vez mais precoces.
Não existe, tanto quanto se sabe, um gene único que seja o causador solitário da doença, assim se frustrando o trabalho de muitos pesquisadores.
Os geneticistas acreditam, hoje, que um grupo de genes disseminados pelo genoma, em combinações variáveis e numa interacção complexa com factores adquiridos, levam ao aparecimento da diabetes e das suas complicações, cujo impacto varia de indivíduo para indivíduo.
Finalmente, tende a desaparecer a distinção clássica entre a diabetes do tipo 1 ou 2, sendo já reconhecida a do “tipo 1,5” (a diabetes auto-imune latente do adulto); têm-se diagnosticado muitos casos de diabetes tipo 2 em adolescentes e casos de diabetes do tipo MODY, onde existe uma alteração genética; surgiram, ainda, várias formas de intolerância à glicose, como as encontradas na gestação, ovário policístico e esteato-hepatite.
Entretanto, a evolução do conhecimento também trouxe boas notícias.
Por exemplo, são hoje compreendidos todos os aspectos fisiopatológicos das hiperglicémias e é possível conhecer os níveis de glicémia em qualquer momento, com tecnologias portáteis de ponta.
São compreendidas, também, as bases celulares da resistência à insulina que prediz, precede e caracteriza a intolerância à glicose.
Existem conhecimentos profundos do papel do pâncreas endócrino na diabetes e, também, do seu papel na perda progressiva ou abrupta da função das células beta.
São reconhecidos, cada vez mais, os efeitos das hormonas gastrointestinais no controle glicémico, bem como os efeitos nocivos da obesidade e do sobrepeso no controle da diabetes.
Estão avançados os estudos sobre os mecanismos de hipertrofia das ilhotas (neogénese vs replicação).
Estes novos conhecimentos resultaram em intensa actividade da indústria farmacêutica.
Por mais de meio século, os únicos tratamentos disponíveis para os estados hiperglicémicos foram as sulfas, a insulina e a metoformina.
Agora, as novas drogas procuram actuar nos múltiplos mecanismos fisiopatológicos do metabolismo glicídico.
Novas e excitantes estratégias estão a ser estudadas: por exemplo, a activação da glicoquinase, o bloqueio da acção do glucagon, o impedimento da reabsorção renal de glicose, o retardamento do esvaziamento gástrico, a insulina inalada e a oral.
A possibilidade de normalização da glicémia durante 24horas não parece longe e poderá ser alcançada em breve, um facto comparável ao conseguido com as estatinas, em relação ao colesterol.
Há, assim, que manter viva a esperança num futuro mais risonho.
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Retinopatia diabética; prevenção - Jorge Loureiro
Diabetes: sua classificação - Jorge Loureiro
Nova técnica cirúrgica de tratamento da Diabetes Tipo 2 - Jorge Loureiro
Nova técnica de tratamento da Diabetes Tipo 2 - Jorge Loureiro
terça-feira, 14 de agosto de 2007
A Diabetes e a Alimentação - Encontro de Viseu (Helena Victor)
O encontro de Viseu – A Diabetes e a Alimentação
O tema do encontro visou sensibilizar a população, as crianças e os jovens diabéticos, da zona centro, para uma das formas de prevenir e controlar a doença: fazer uma alimentação saudável, equilibrada e adequada ao tratamento.
Esta campanha estava inserida no plano de actividades da Associação dos DTT.
Ficámos a saber que as necessidades calóricas variam de acordo com alguns parâmetros tais como: a idade, o peso, a altura, o estado nutricional e principalmente o tipo de actividade física.
Assim, se o diabético é uma criança ou um jovem, a sua alimentação deve ser caloricamente adaptada às diferentes fases de crescimento, desenvolvimento e actividade física.
Neste dia foi promovida uma campanha formativa que pretendeu sensibilizar os participantes para estilos de vida mais saudáveis ao nível da alimentação e do exercício físico.
Às vezes torna-se difícil, mas é indispensável manter a rotina do tratamento e do rigor alimentar. Só assim o diabético poderá ter uma vida cheia de saúde.
Este encontro teve, ainda, como objectivo o partilhar de experiências e o convívio entre as crianças e jovens diabéticos, suas famílias e técnicos de saúde.
Depois do almoço servido nas instalações da Federação da Região Vinícola do Dão, os 285 participantes (diabéticos e suas famílias) participaram num conjunto atractivo de actividades com vários formatos e cores: tiro com arco, matraquilhos humanos e insufláveis para os mais pequenos.
As actividades de animação proporcionaram às crianças e aos jovens um dia inesquecível, pleno de przaer, emoção e diversão em segurança e na companhia de familiares e amigos.
Helena Victor – mãe de jovem DTT
A minha caminhada - Samuel Tavares Lopes
A minha caminhada
Daí até agora, não tem sido fácil, mas o conselho que dou é que com força de vontade tudo se faz, e podem crer, há bem pior.
Agora gostaria de dar a minha opinião sobre o Encontro de crianças e jovens diabéticos que se realizou a 22 de Maio de 2005. Acho bem fazerem estes encontros porque os jovens diabéticos não se sentem discriminados, e para além disso, servem também para trocar experiências sobre a doença, que só nos faz encarar melhor o nosso futuro.
Dou os parabéns aos profissionais médicos, enfermeiros e auxiliares do Hospital de S.Teotónio, que me têm acompanhado no meu percurso, em especial à Drª Graça Carvalho e à Enfermeira São Luís.
Assim me despeço desejando sorte a todos os diabéticos e suas famílias
Samuel Tavares Lopes – Jovem DTT
